Invertendo o aviso de Goya, a obra questiona: se o sono da razão produz monstros, o que surge da eterna vigília da IA? A instalação explora o controle algorítmico da mente por meio da vigilância e da previsão comportamental. Salões vazios com pianos silenciosos simbolizam a obsolescência da criatividade humana, enquanto o texto, que evolui de "AI" para "GOD", revela a autoridade quase religiosa dos algoritmos. Utilizando coreografia gerada por IA, a obra questiona quem controla nossa consciência e se a autonomia sobreviverá.
FILE SÃO PAULO 2026 - Galina Bleikh - The Sleep of Reason Produces Monsters. AI Ballet - Obra - Vídeo AI Short
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