Fundador da MonoLab, dedicada a “projetar vida eterna e emoção no mundo digital”. Sua prática está centrada na criação de “obras vivas” — entidades digitais emergentes que se desenvolvem, respondem e persistem por meio de um ciclo improvisacional entre algoritmo, público e autor. Ao explorar “Holobiontes Digitais” — sistemas coevolutivos entre humanos, IA e código —, Wu cultiva formas de vida semânticas como uma nova categoria de arte contemporânea, aproximando engenharia e filosofia poética.